Tudo sobre a vida de Jair Bolsonaro

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Jair Messias Bolsonaro nasceu em Campinas, São Paulo, no dia 21 de março de 1955, é filho de imigrantes italianos chamados Percy Geraldo Bolsonaro e de Olinda Bonturi Bolsonaro, que chegaram ao Brasil depois da Segunda Guerra Mundial. Bolsonaro é casado com Michelle, com quem teve sua filha caçula, chamada Laura.

No total, Bolsonaro tem 5 filhos, Flávio, Carlos e Eduardo, ambos com carreira na política, e Renan e Laura. É um capitão reformado, político e atual presidente do Brasil. Antes da presidência, foi deputado federal por sete mandatos entre 1991 e 2018, sendo eleito através de diferentes partidos ao longo de sua carreira. 

Se interessou pelo Exército aos 15 anos, e acabou se formando na Academia Militar das Agulhas Negras em 1977, serviu nos grupos de artilharia de campanha e paraquedismo do Exército Brasileiro. Em 1986, ficou conhecido quando escreveu artigo para a revista Veja criticando os salários de oficiais militares, isso fez com que Bolsonaro fosse preso por quinze dias, dois anos depois foi absolvido.

Política

Em 1988, foi quando sua carreira política começou, conquistou uma vaga no Legislativo da cidade do Rio de Janeiro, já em 1990, conseguiu o primeiro dos sete mandatos consecutivos no cargo de deputado federal pelo Rio de Janeiro.

Já em 2014, foi o candidato mais votado no Rio de Janeiro na disputa pela Câmara Federal, com 464.565 votos – conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Enquanto parlamentar, seus mandatos destacaram-se pela defesa dos direitos dos militares ativos, inativos e pensionistas.

Em outubro de 2018, Jair Bolsonaro foi eleito presidente da República pela Coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos (PSL/PRTB) com 57.797.847 dos votos, 55,13% do eleitorado brasileiro. 

Atentado

Enquanto era candidato à presidência, participava de uma campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais no dia 6 de setembro de 2018, neste dia Bolsonaro sofreu um ataque a faca que o atingiu no abdômen. Foi levado para Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora, e lá precisou passar por um procedimento de laparotomia exploratória. Depois do atentado, Bolsonaro precisou fazer duas cirurgias e recebeu alta no final de setembro. 

A pessoa que o esfaqueou foi identificado como Adélio Bispo de Oliveira, ele declarou, no boletim de ocorrência, que o fez “a mando de Deus”. Adélio foi preso, julgado e absolvido. Bolsonaro se pronunciou sobre a decisão e disse que recorreria, entretanto a sentença transitou em julgado.

Bolsonaro durante a COVID-19

A postura do atual presidente da república sobre a atual situação do país e do mundo por conta da pandemia gerou bastante polêmica. Foi criticado pela sua atitude de quebrar o isolamento e ir às ruas, que foi chamada de “atentado à saúde pública” por Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, Davi Alcolumbre, presidente do Senado também se pronunciou sobre isso e chamou de comportamento “inconsequente”.

A quebra de isolamento foi em 15 de março de 2020 quando Bolsonaro participou de  manifestações a favor de si próprio, ele falou que apesar de preocupante, há um “superdimensionamento” e “histeria” em relação à situação do coronavírus. 

No dia 18 de março o presidente respondeu às críticas, disse: “Eu como chefe do Executivo, o líder maior da nação brasileira, tenho que estar na frente, junto do meu povo. Não se surpreenda se você me ver, nos próximos dias, entrando no metrô lotado em São Paulo (SP), entrando numa barcaça na travessia Rio-Niterói em horário de pico ou num ônibus em Belo Horizonte (MG). Longe de demagogia e de populismo. É uma demonstração de que eu estou do lado do povo, na alegria e na tristeza”.

Nos dias 17 e 18 de março, cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Salvador, Porto Alegre, Natal, Florianópolis e Curitiba, entre outras, fizeram panelaços contra Bolsonaro por conta de sua postura em relação à pandemia. o que se repetiu entre os dias 19 e 21 de março. 

No dia 19 de março, disse que as manifestações fazem parte da “democracia” e que não seria uma “gripezinha” que iria derrubá-lo. Em julho, atestou positivo para coronavírus, mesmo com a doença passeou de motocicleta sem utilizar máscara, e conversou com garis. Fez críticas a compra da vacina da Pfizer alegando efeitos colaterais como  pessoas transformadas em crocodilos ou mulheres barbadas.

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  1. […] do local para uma finalidade “criminosa”. Colocaram uma mensagem chamando o presidente Jair Bolsonaro de […]

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